Do amor resta pouco, resta o que basta. Porque na verdade o aconchego e carinho é apenas o começo, uma trilha que pode ou não ser traçada, e não obrigações como se vê ditado por aí. O amor é o que sobra depois. O ardido, nostálgico e desregrado. É a certeza de saber o outro bem, mesmo que não mais ao seu lado. É a certeza de que o mundo deu certo, e deu certo porque você esteve nele. Esquecido e mal tratado, como a gente sempre foi.